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	<title>Jerimum Beta &#187; jornalismo</title>
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	<description>Onde a Internet diz Oxente!</description>
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			<title>Jerimum Beta</title>
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		<title>&#8216;Só isso&#8217; ou &#8216;tudo isso&#8217;?</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 12:50:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Existe uma dúvida que se encaixa na cabeça de estudantes universitários em jornalismo no decorrer de seus estudos assim como a escolha de qual curso um estudante secundarista vai fazer: que área explorar?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2010/07/jornalista-nao-e-Deus.jpg"><img class="alignright size-full  wp-image-2887" title="jornalista nao e Deus" src="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2010/07/jornalista-nao-e-Deus.jpg" alt="" width="400" height="339" /></a>Existe uma dúvida que se encaixa na cabeça de estudantes universitários em jornalismo no decorrer de seus estudos assim como a escolha de qual curso um estudante secundarista vai fazer: que área explorar?</p>
<p>Além do sonho em trabalhar como âncora, locutor, repórter, editor, produtor e diversas outras funcionalidades, o aspirante à profissão de jornalista procura imaginar em que meio de comunicação vai trabalhar. Mas poucos têm a idéia do “SOBRE O QUÊ” vai trabalhar. É uma pergunta frustrante, visto que o jornalismo é lecionado ao universitário sem nenhuma inclinação para qualquer uma das inúmeras áreas que possa atingir.</p>
<p>Segundo Ana Carolina Abiahy, os jornais da atualidade perderam o romantismo ideológico empregado pelos antigos jornalistas sem formação que redigiam seus trabalhos com uma maior liberdade literária. A inserção do jornalismo profissional e do jornalista oriundo da universidade trouxe às redações novas células que tornaram o antigo trabalho artesanal em padronização e profissionalismo. A diagramação e o foto-jornalismo são exemplos disso.</p>
<p>O “generalismo” citado pela educação nas faculdades de jornalismo leva Ana Carolina a uma idéia engenhosa: baseado na conclusão da graduação de certo aluno, este poderia fazer uma pós-graduação em jornalismo para poder informar. Porém seu pensamento restringe o jornalismo especializado tanto quanto abrangiu demais o jornalismo “genérico”. Temas como jornalismo policial, cultura (cinema, música, literatura, teatro, televisão) e alguns outros ficariam desamparados e sem nenhuma graduação para assisti-las.</p>
<p>Em Portugal, por exemplo, as agências preferem profissionais graduados, mas não exigem a graduação em jornalismo. Esse resultado leva o jornalista a procurar especializar-se para se tornar um concorrente à altura, junto ao diplomado em qualquer outra graduação.</p>
<p>A preparação exclusiva do estudante para o cargo de repórter (que não é a única função que um jornalista pode exercer) acomoda-o para um patamar menor que o alcançável. Entre as oportunidades de expandir seus conhecimentos, além do passado em classe, estão as assessorias de comunicação em empresas, que, por dar leve importância à divulgação assessorada, prefere o estagiário ao profissional.</p>
<p>Segue um dilema para dois futuros profissionais: o jornalista que se especializa em um segmento e que perde o tino para o resto e o jornalista que segue ensinamentos genéricos sem nenhuma inclinação.</p>
<p>Às vistas de quem escreve (eu) é notório que não há de fato um problema a se solucionar entre a preparação no jornalismo especializado ou no jornalismo genérico. A problemática está nas hierarquias sociais que como tudo no mundo, se infiltram também nas agências de notícias: ao médico é imputado seus deveres e direitos quanto a tratamentos MÉDICOS, ao advogado os atos jurídicos e ao jornalista os de informar.</p>
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		<title>Do alto de nossas vassouras</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 18:08:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[O Nilo Azul]]></category>
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		<description><![CDATA[ ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2010/01/boris-casoy-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1564" title="boris casoy 1" src="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2010/01/boris-casoy-1.jpg" alt="" width="457" height="322" /></a></p>
<p>Do alto de seu palanquito, Boris Casoy apresenta as notícias mais importantes de todo o Brasil. São 22 anos de reconhecido profissionalismo e de altos tratamentos como &#8220;lenda viva&#8221; atrelados a polêmicos comentários pós-notícias e a seu famoso bordão</p>
<p><em>Isto é uma vergonha!</em></p>
<p>Pois pronto! No último dia de 2009, Boris Casoy soltou um pérola digna de abusos verbais do twitter: o Jornal da Band preparou um vídeo em que dois garis homenageiam o ano que passou e desejam um Feliz 2010. &#8220;Temeroso e muito preocupado&#8221; com a atual conjuntura político-econômico-social e com a mensagem que GARIS passariam em enviar felicitações televisivas, Boris disse</p>
<p><em>&#8220;Que merda: dois lixeiros desejando felicidades&#8230; do alto de suas vassouras&#8230; dois lixeiros&#8230; o mais baixo da escala do trabalho&#8230;&#8221;</em></p>
<p>Claro que toda essa sua preocupação com uma das classes profissionais mais insalubres do país, expressada para seus colegas de trabalho, não foi programada para a veiculação nacional, mas acidentalmente exposta misturada à vinheta do <em>Jornal da Band</em>. Vergonhoso logo no primeiro dia do ano, Boris Casoy pediu simplórias desculpas à classe profissional atacada e aos telespectadores do programa.</p>
<p><em>&#8220;Ontem, durante o intervalo do Jornal da Band, em um vazamento de áudio, eu disse uma frase infeliz, que ofendeu os garis. Por isso, quero pedir profundas desculpas aos garis e aos telespectadores do Jornal da Band&#8221;.</em></p>
<p>Boris Casoy ainda não percebeu que o telejornal que apresenta não é mais direcionado para os brigadeiros, marechais e generais, seus antigos patrões. É feito para todo tipo de gente que chega cansado do alto de suas vassouras, do alto de seus taxis, de seus computadores e de suas pilhas de formulários burocráticos tipo <em>passa-carimba.</em></p>
<p>Talvez Boris Casoy só comece a perceber o quão límpida foi sua carreira quando<em> </em>encontrar<em> seu palanquito sujo&#8230; HOJE.</em></p>
<p><em>A ofensa:</em></p>
<p><em><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/_esZYkpcFS8&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/_esZYkpcFS8&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
</em></p>
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		<title>Do jornalista brasileiro</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 20:29:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papéis avulsos]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[jornalismo_i31Quantas profissões existem pelo mundo? E quantas precisam de regulamentação? O discurso de um curandeiro para a de um médico difere tanto assim? Afinal, quando se passa no jornal da TV que um paciente clínico &#8220;com fé em sua recuperação&#8221;, consegue-a de forma mais rápida, não merece uma comparação com o paciente do curandeiro? Infelizmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><div class="imagecaptioneasy imagecaptioneasy_top_ght size-full wp-image-1139" style="auto;"><img class="alignright size-full wp-image-1139" title="jornalismo_i31" src="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2009/10/jornalismo_i31.jpg" alt="jornalismo_i31" width="144" height="147" /><br style="clear:both" /><div style="margin:0px;max-width:144px;">jornalismo_i31</div></div>Quantas profissões existem pelo mundo? E quantas precisam de regulamentação? O <strong>discurso</strong> de um curandeiro para a de um médico difere tanto assim? Afinal, quando se passa no jornal da TV que um paciente clínico &#8220;com fé em sua recuperação&#8221;, consegue-a de forma mais rápida, não merece uma comparação com o paciente do curandeiro? Infelizmente temos em mente que a prática do curandeiro é tão incerta quanto a certeza de cura de um paciente clínico.</p>
<p style="text-align: justify;">A discutível presença dos não-diplomados pelo Brasil tomou uma importância maior desde quando foi decidido que qualquer brasileiro pode ser jornalista. Assim como qualquer um pode fazer propaganda de uma padaria por aí, ou fazer programas de finanças para lojas de material de construção, ou um site para uma loja de cosméticos. Temos a nossa vista uma gama imensa de pessoas trabalhando com autonomia e &#8220;autodidatismo&#8221; por todo o nosso país. E é confissão de qualquer <strong>paraibano</strong> que existe uma ofensa visual gritante em qualquer dos ofícios tratados anteriormente. Os investidores procuram por serviços baratos&#8230; baratíssimos na verdade, e nossos bons e orgulhosos diplomados (ainda cheirando à beca alugada) precisam sair daqui pra descer a ladeira do Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">O problema do jornalista diplomado patoense(não só por aqui, mas na maior parte dos INTERIORES brasileiros) é que não existe nenhuma chance de seu ofício prosperar em sua cidade natal, no caso Patos-PB. Os donos de rádios preferem os vozeirões, mesmo que seus donos tenham só até a 7ª série do ensino fundamental. Mesmo assim, como manter um regulamento de quem pode ou não segurar um microfone? A maioria dos brasileiros confirma o sumo acordo de que os negócios de nosso território são mantidos por diversas, eternas, bem montadas e invioláveis gambiarras por pura e simples falta de planejamento e estrutura. Pedir, nesse tempo de jogo, que cada instituição midiática brasileira mantenha APENAS funcionários diplomados é como se pedissem para aquele dono da rádio montar um grande hospital.</p>
<p style="text-align: justify;">Por hora, frente à moda do vigilantismo aos jornalistas diplomados e não-diplomados, existe o discurso daquele que acha que o não-diplomado não tem o direito de falar e o discurso daquele que acha que o diplomado não sabe falar. Todos estão fadados a passarem pela análise de sua posição: desde intitular-se filósofo diplomado (que acaba por ganhar um certo ar pretencioso) a ser &#8220;considerado&#8221; um filósofo (situação que aparenta ganhar maior validade e peso).</p>
<p style="text-align: justify;">A decisão suprema que tira a obrigatoriedade do <em>diploma de jornalista</em> passa ao <em>jornalista</em> (diplomado ou não-diplomado) que não é necessário só escrever ou falar bem. Existem exímios escritores e oradores ocupando posições e cargos em diversas profissões e mesmo assim não perdem o vexame do mau trabalho executado de vista. É preciso merecer, junto ao filósofo que matuta, ao médico que cura, ao publicitário que vende mais e ao programador que soluciona, o caráter de JORNALISTA.</p>
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		<title>Chamada geral para tradutores: Handbook of Journalism Reuters</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 15:51:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Journalist_by_MarteshoEm parceria com o site Manual dos Focas, o Jerimum Beta está convocando tudo quanto é jornalista (diplomado ou não) que tenha um bom domínio com a língua inglesa para traduzir o Handbook of Journalism Reuters (Manual do Jornalismo Reuters) que só foi disponibilizado em inglês e espanhol (que covardia, hein?!). Este livro é uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><div class="imagecaptioneasy imagecaptioneasy_top_ght" style="auto;"><img class="size-full wp-image-764 alignright" title="Journalist_by_Martesho" src="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2009/08/Journalist_by_Martesho.jpg" alt="Journalist_by_Martesho" width="162" height="253" /><br style="clear:both" /><div style="margin:0px;max-width:162px;">Journalist_by_Martesho</div></div>Em parceria com o site <a href="http://manualdosfocas.com" target="_blank">Manual dos Focas</a>, o <a href="http://jerimumbeta.com.br" target="_self">Jerimum Beta</a> está convocando tudo quanto é jornalista (diplomado ou não) que tenha um bom domínio com a língua inglesa para traduzir o Handbook of Journalism Reuters (Manual do Jornalismo Reuters) que só foi disponibilizado em inglês e espanhol (que covardia, hein?!).</p>
<p style="text-align: justify;">Este livro é uma poderosíssima ferramenta para o foca, jornalista, blogueiro ou desenrolado que queira saber como fazer entrevistas, crítica, pauta, notícia, reportagem ou qualquer outro conteúdo para seu espaço, seja ele blog, jornal, emissora de rádio ou tv.</p>
<p style="text-align: justify;">A proposta é criar um grupo de discussão via e-mail para cada um dos integrantes traduzir uma parte do livro. Então no fim das contas, quem participar vai treinar seu inglês, conhecer outras pessoas e no fim terá seu nome especialmente creditado num livro que será de suma importância para muitos jornalistas do Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Abaixo segue a amostra digitalizada do Handbook of Journalism Heuters.<br />
<a style="margin: 12px auto 6px auto; font-family: Helvetica,Arial,Sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 14px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none; display: block; text-decoration: underline;" title="View Handbook of Journalism Reuters on Scribd" href="http://www.scribd.com/doc/18929271/Handbook-of-Journalism-Reuters">Handbook of Journalism Reuters</a> <object id="doc_583052361114458" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="100%" height="500" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="name" value="doc_583052361114458" /><param name="align" value="middle" /><param name="quality" value="high" /><param name="play" value="true" /><param name="loop" value="true" /><param name="scale" value="showall" /><param name="wmode" value="opaque" /><param name="devicefont" value="false" /><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="menu" value="true" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://d.scribd.com/ScribdViewer.swf?document_id=18929271&amp;access_key=key-2auf8swjy25hq4v294yt&amp;page=1&amp;version=1&amp;viewMode=" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="doc_583052361114458" type="application/x-shockwave-flash" width="100%" height="500" src="http://d.scribd.com/ScribdViewer.swf?document_id=18929271&amp;access_key=key-2auf8swjy25hq4v294yt&amp;page=1&amp;version=1&amp;viewMode=" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" menu="true" bgcolor="#ffffff" devicefont="false" wmode="opaque" scale="showall" loop="true" play="true" quality="high" align="middle" name="doc_583052361114458"></embed></object></p>
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		<title>O Nilo Azul: De Ariano à NASA!</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 12:52:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[arianosuassuna1 De cara vou logo falando da novidade do cabeçalho do site. Acho que vocês notaram que durante as festas juninas a imagem de São João esteve ao lado do ícone-mor de nosso site. Agora, com a permissão do grande desenhista Baptistão do Jornal O Estadão, está a imagem do brilhante Ariano Suassuna. E como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><div class="imagecaptioneasy imagecaptioneasy_top_ft size-full wp-image-562" style="auto;"><img class="alignleft size-full wp-image-562" title="arianosuassuna1" src="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2009/07/arianosuassuna1.jpg" alt="arianosuassuna1" width="256" height="321" /><br style="clear:both" /><div style="margin:0px;max-width:256px;">arianosuassuna1</div></div></p>
<p style="text-align: justify;">De cara vou logo falando da novidade do cabeçalho do site. Acho que vocês notaram que durante as festas juninas a imagem de São João esteve ao lado do ícone-mor de nosso site. Agora, com a permissão do <a href="http://baptistao.zip.net/" target="_blank">grande desenhista Baptistão do Jornal O Estadão</a>, está a imagem do brilhante <a href="http://www.arianosuassuna.com.br/" target="_blank">Ariano Suassuna</a>. E como para o Jerimum Beta nada é feito sem propósito, muito do que aparecer nesse site por um bom tempo será apontado em relação a Ariano.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje fazem 40 anos e 1 dia que o homem pisou na lua. Durante toda a segunda-feira os telejornais do Brasil exibiram matérias com o intuito de mangar de quem não acredita na pisada do homem à Lua. Fizeram questão de mostrar gente velha e desdentada, que fala seu português cheio de vício de linguagem e com sotaques carregados. Talvez seja mais fácil acreditar. Mas como diz o próprio Ariano:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O povo se espanta quando um negócio desse cai. Eu me espanto mesmo é quando um negócio desse, que é mais pesado que o ar, voa!&#8221;</p>
<p><object width="500" height="405" data="http://www.youtube-nocookie.com/v/RMINSD7MmT4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube-nocookie.com/v/RMINSD7MmT4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
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		<item>
		<title>O Nilo Azul: Cordel &#8211; Lamento de um Universitário</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 13:05:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[O Nilo Azul]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Universidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Lamento de um Universitário Autor: Batista Alves Quero contar pra vocês A minha dificuldade Quando resolvi de vez Enfrentar a faculdade Os amigos deram risos Eu passei pra jornalismo Pra minha felicidade Fiz matrícula paguei tudo Comecei a estudar Já no primeiro período Começou a complicar Aula de filosofia Foi aí que certo dia Eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Lamento de um Universitário</strong></p>
<p><strong>Autor: Batista Alves</strong></p>
<p>Quero contar pra vocês<br />
A minha dificuldade<br />
Quando resolvi de vez<br />
Enfrentar a faculdade<br />
Os amigos deram risos<br />
Eu passei pra jornalismo<br />
Pra minha felicidade</p>
<p>Fiz matrícula paguei tudo<br />
Comecei a estudar<br />
Já no primeiro período<br />
Começou a complicar<br />
Aula de filosofia<br />
Foi aí que certo dia<br />
Eu comecei a pensar</p>
<p>Como faço pra pagar<br />
Se eu ganho seiscentos<br />
Cem é para o aluguel<br />
Pra feira levo duzentos<br />
Ainda tem energia<br />
Diminuindo a quantia<br />
Só me sobrava trezentos<span id="more-287"></span></p>
<p>Minha filha disse pai<br />
Estude que eu quero ver<br />
O senhor ser jornalista<br />
Escrever pro povo ler<br />
Conte a sua dificuldade<br />
Para os jovens da cidade<br />
E apareça na TV</p>
<p>Isso foi o que me fez<br />
Acreditar que podia<br />
Disse agora é minha vez<br />
De ser alguém algum dia<br />
As palavras da minha filha<br />
Acenderam as minhas pilhas<br />
Carregou minha bateria</p>
<p>Fiz o primeiro período<br />
Com muita dificuldade<br />
Sacrifiquei o dinheiro<br />
Paguei minha faculdade<br />
Ai segui o meu rumo<br />
Fiz matricula pro segundo<br />
Sem pensar na vaidade</p>
<p>Estudei todo o semestre<br />
Não pude pagar nenhum<br />
Mas pensando em ser um mestre<br />
Fiz um esforço incomum<br />
Paguei todas as cadeiras<br />
Não tava pra brincadeira<br />
Pedi ajuda a oxum</p>
<p>Já no terceiro período<br />
Quando fui matricular<br />
Procurei um deputado<br />
Pra ele me ajudar<br />
E ele disse: mais homi<br />
Coloque aqui o seu nome<br />
A matricula quanto da?</p>
<p>Eu disse a ele doutor<br />
Me preste bem atenção<br />
A matricula é um valor<br />
Mais não é só isso não<br />
Eu devo dois mil reais<br />
Se o senhor achar demais<br />
Valeu a sua intenção</p>
<p>O deputado afrouxou<br />
Mas mantel sua promessa<br />
Chega o seu rosto suou<br />
E falou estou com pressa<br />
disse que estava com fome<br />
Nunca mais vi esse homem<br />
Acabou com minha festa</p>
<p>Esses políticos da gente<br />
Quando é época de eleição<br />
Promete salvar o mundo<br />
Apontam a solução<br />
Para salvar o seu povo<br />
Que vote nele de novo<br />
Que ele investe em educação</p>
<p>É mas eu não desisti<br />
Procurei negociar<br />
E aí não resisti<br />
Me arrumei e fui lá<br />
Procurei a fundação<br />
Pra me dar a solução<br />
Pra poder continuar</p>
<p>Vou procurar seu Antonio<br />
Vou ver se falo com João<br />
Conto o que estou passando<br />
Choro e peço ate perdão<br />
Eu vou sensibilizar<br />
Implorar para estudar<br />
Mas com muita educação</p>
<p>Seu Antonio disse não<br />
Ao desconto que pedi<br />
Me mandou falar com João<br />
Eu sai todo feliz<br />
Fui La e não encontrei<br />
Quis voltar no outro mês<br />
E foi isso que eu fiz</p>
<p>Sai de santa Luzia<br />
Pra patos sem um tostão<br />
Eu tirei aquele dia<br />
Só para falar com João<br />
Pra pedir o meu desconto<br />
Esperei que fiquei tonto<br />
Mas não vi o homem não.</p>
<p>Me lembrei do deputado<br />
Mas depois eu esqueci<br />
Esperei o resultado<br />
Da proposta que eu fiz<br />
Juntei todo um apurado<br />
Deixei o resto fiado<br />
Tou devendo, mas feliz</p>
<p>Num país que se investe<br />
Primeiro em segurança<br />
Peço que não Mim deteste<br />
Pois eu tenho a esperança<br />
De um dia me formar<br />
E o exemplo que vou dar<br />
talvez mude umas crianças</p>
<p>pensava em continuar<br />
Pra ter um final feliz<br />
Tenho que finalizar<br />
Pois o destino não quis<br />
Que eu terminasse formado<br />
Hoje estou desesperado<br />
Muito triste e infeliz</p>
<p>Eu tive que desistir<br />
Pois não consigo estuda<br />
Essa luta eu perdi<br />
Não consigo mais lutar<br />
Só vivo desconcentrado<br />
O pagamento atrasado<br />
Sem dinheiro pra pagar</p>
<p>É amigos isso é á vida<br />
De um pobre estudante<br />
Que pensava que podia<br />
Seguir um sonho adiante<br />
Só pensando em estudar<br />
E um dia me tornar<br />
Um jornalista atuante</p>
<p>Aqui deixo o meu abraço<br />
Aos colegas da faculdade<br />
Desculpe pelo fracasso<br />
Sei que vou sentir saudade<br />
Podem ter uma certeza<br />
Não mi viram por beleza<br />
Mas sim por sinceridade</p>
<p>Vou guarda boas lembranças<br />
Das amizades que fiz<br />
Fico aqui na esperança<br />
Daquilo que sempre quis<br />
Quero ver todos formados<br />
Quem sabe sou convidado<br />
Ficarem muito feliz</p>
<p>Vou citar meus professores<br />
Com os quais eu estudei<br />
Todos têm os seus valores<br />
Sabem o que ainda não sei<br />
Motivos de inspiração<br />
Dentro dessa fundação<br />
Lembrança que guardarei</p>
<p>Flaubert foi o primeiro<br />
Que deu aula em minha classe<br />
É um grande pioneiro<br />
Pedido que eu comentasse<br />
Lembro ainda aquele dia<br />
Sobre a tecnologia<br />
Falou que eu estudasse</p>
<p>Depois encontrei Jair<br />
Seu jeito me agradou<br />
Quando saia da li<br />
Ouvia seu rock rol<br />
Eu juro daqui pro céu<br />
Na Historia do papel<br />
Me sinto quase um doutor</p>
<p>Sineide e seu português<br />
Professora linha dura<br />
Aprendi durante um mês<br />
Muito de literatura<br />
Hoje devo a essa guia<br />
Toda essa minha poesia<br />
Ensina com formosura</p>
<p>Ai veio misael<br />
Cheinho de vaidade<br />
Outro grande menestrel<br />
Sempre falando a verdade<br />
Deste fiz grande juízo<br />
Na pratica do jornalismo<br />
Me ensinou lealdade</p>
<p>Moises como educador<br />
Ensinando a coisa seria<br />
Falou com muito louvor<br />
Do lead que se espera<br />
Quem,quando,onde e por que<br />
Como é, quem fez o que<br />
No inicio da matéria</p>
<p>Das cadeiras que paguei<br />
Todas foram importantes<br />
Mas uma me deleitei<br />
Por achar interessante<br />
Brito como professor<br />
Ele quem filosofo<br />
Minha carreira brilhante</p>
<p>Eu só sei que nada sei<br />
Mas sei que sei dar meu grito<br />
Gosto de todos vocês<br />
Mas eu tenho um favorito<br />
Dentro da filosofia<br />
Descobri o que queria<br />
Graças ao louco do brito</p>
<p>Outro período me lembra<br />
Mais um grande professor<br />
Fissurado por cinema<br />
Desenhista e escritor<br />
Me mostrou qual o olhar<br />
Nos filmes, que devo dar<br />
Esse é o mestre castor</p>
<p>Edson esse professor<br />
Grande amigo de batista<br />
Por tudo que me ensinou<br />
Mostrando pontos de vista<br />
Tem o dom de escrever<br />
Posso dizer pra você<br />
Tu és um grande cronista</p>
<p>Rubens, esse é pancadão<br />
Com sua ideologia<br />
Sempre prestei atenção<br />
Não gostava do que eu lia<br />
Profissional de valor<br />
PhD, um doutor<br />
Em sua sociologia</p>
<p>Fabio mostrou que na net<br />
Os portais são diferentes<br />
Jornalismo na internet<br />
Ele ensinou muito a gente<br />
Muito simples é promissor<br />
Mais um grande professor<br />
Simples e inteligente</p>
<p>Silvia Felipe e Ada<br />
São mestres no que ensina<br />
Me animou na jornada<br />
Professores que fascina<br />
só falta um professor<br />
Esse muito me ensinou<br />
Alex La de campina</p>
<p>Falei de todas as cadeiras<br />
Espero ter me lembrado<br />
Sempre da mesma maneira<br />
Pois estou desesperado<br />
Os versos que aqui fiz<br />
Neste momento infeliz<br />
Espero ter agradado</p>
<p>Agora vou terminar<br />
Procurando entender<br />
Não vou deixa de estudar<br />
Vou continuar a ler<br />
Guardarei todas lembranças<br />
Não perco a esperança<br />
De voltar para aprender</p>
<p>Fiz pro uni passei perto<br />
Estou tentando o fies<br />
Torço para que de certo<br />
Estou juntando os papeis<br />
Se conseguir eu não paro<br />
O curso pra mim é caro<br />
Mais vale cada minreis</p>
<p>Não tenho mais condição<br />
Fiz o que podia ter feito<br />
Apelo à fundação<br />
Se puder arrume um jeito<br />
Varro classes da escola<br />
É só me dizer a hora<br />
Mais me der esse direito</p>
<p>Ta na constituição<br />
O direito de estudar<br />
Isso é educação<br />
O país tem que pagar<br />
Não pago por que não posso<br />
Isso me dar um remorso<br />
Vontade até de matar</p>
<p>Se o Brasil fosse serio<br />
Investia Cada milhão<br />
Nesse grande ministério<br />
Que não tem mistério não<br />
Acabavam os problemas<br />
E só aposta no tema<br />
Invista em educação</p>
<p>Se o governo apostasse<br />
As fichas em educação<br />
Acabava com o impasse<br />
De toda corrupção<br />
Ai sim ordem e progresso<br />
Ladrão não ia ao congresso<br />
Nem ganhava eleição</p>
<p>Eu Sou mais um brasileiro<br />
Vivo correndo a mil<br />
Sou destinado e guerreiro<br />
Neste torrão varonil<br />
Não perco a esperança<br />
Avança Brasil avança<br />
Eu te amo meu Brasil.</p>
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		<title>O Nilo Azul: Onde os Fracos não têm vez</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 14:22:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[O Nilo Azul]]></category>
		<category><![CDATA[Graduação]]></category>
		<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Nilo Azul]]></category>
		<category><![CDATA[Pasargada]]></category>
		<category><![CDATA[Professores]]></category>
		<category><![CDATA[Sociologia]]></category>
		<category><![CDATA[Status]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<category><![CDATA[Veja]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem foi um rebuliço grande na faculdade: Alunos e professores desesperados, sem saber mais o porquê de ter um diploma ou continuar o curso. Eu gostaria de que estes aí desistissem. O Brasil é um lugar Onde os Fracos não têm vez. Alguns jornalistas não gostaram&#8230; Outros ENTENDEM que nada muda. Os primeiros acham que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ontem foi um rebuliço grande na faculdade: Alunos e professores desesperados, sem saber mais o porquê de ter um diploma ou continuar o curso. Eu gostaria de que estes aí desistissem. O Brasil é um lugar Onde os Fracos não têm vez.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns jornalistas não gostaram&#8230; Outros ENTENDEM que nada muda. Os primeiros acham que a não obrigatoriedade minimiza o status de jornalista. Eu pergunto: QUE STATUS?! Os outros acham que o Brasil não está preparado para tal.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu estou com o segundo grupo. Como disse ontem no Ecos do Bom Dia, um diplomado não tem o que temer frente a um não diplomado. Só se o &#8220;de canudo na mão&#8221; for realmente muito ruim. E claro, existem muitos destes. Vejo alunos do curso de jornalismo que estão pra receber o certificado de conclusão e não sabem ler! Como pode?! Vejo alunos que são pessoas AMOSTRADAS e acham que são comunicaTXIVAS! Essas criaturas merecem o emprego de um autodidata competente? Ou de pessoas que são diplomadas em outros segmentos, como antropologia ou sociologia (palavras de Rondinelly). Acho que não.</p>
<p style="text-align: justify;">Os argumentos dos que são contra é de que essa decisão é ruim para o Brasil; que é um retrocesso; que muitos outros cursos como MEDICINA terão que passar pela mesmo processo&#8230; Eu, e digo eu mesmo, porque o Nilo Azul é um setorzinho pessoal, acho que o Brasil não tem estrutura nenhuma pra pedir que um pasquim ou uma rádio difusora de uma cidade pague um ou uns jornalista ou jornalistas diplomado ou diplomados.</p>
<p style="text-align: justify;">Prova disso foi a chegada triunfal em casa. Minha mãe ainda tirou ondinha e disse:</p>
<p style="text-align: justify;">-Minino! Sai desse curso sem futuro e volta pra informática!</p>
<p style="text-align: justify;">-Hummm&#8230; É verdade&#8230; Mas lá tá do mesmo jeito&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Eu acho que a solução é ir-me embora pra Pasargada mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		<title>Ecos do Bom Dia: 18 de junho de 2009</title>
		<link>http://jerimumbeta.com.br/ecos-do-bom-dia-18-de-junho-de-2009</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 12:47:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papéis avulsos]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Profissão]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>
		<category><![CDATA[Voto]]></category>

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		<description><![CDATA[ecosEsse quadro tá muito massa mesmo. Com a notícia que vi hoje nem sei se acho bom ou ruim&#8230; Estou me preparando pra ser jornalista. Mas antes de jornalista, foca, twitteiro, blogueiro, podcaster, ou qualquer conceitinho ou profissãozinha que me derem, sou ainda só Neto e gostei da decisão que tomaram. Principalmente porque na entrevista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><div class="imagecaptioneasy imagecaptioneasy_top_ft size-full wp-image-146" style="auto;"><img class="alignleft size-full wp-image-146" title="ecos" src="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2009/06/ecos.gif" alt="ecos" /><br style="clear:both" /><div style="margin:0px;max-width:90px;">ecos</div></div>Esse quadro tá muito massa mesmo. Com a notícia que vi hoje nem sei se acho bom ou ruim&#8230; Estou me preparando pra ser jornalista.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas antes de jornalista, foca, twitteiro, blogueiro, podcaster, ou qualquer conceitinho ou profissãozinha que me derem, sou ainda só Neto e gostei da decisão que tomaram. Principalmente porque na entrevista do Bom Dia Brasil de hoje de manhã, ouvi em menos de 30 segundos um representante de num sei o quê dos jornalistas cometer 2[dois(II)] erros de concordância fuleiras, entre eles: &#8220;COMENTARISTAS ESPORTISTAS&#8221;. Eu, definitivamente, não mereço uma assumidade dessa como representante meu.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas agora vou direto ao ponto que não terá mais nada além do próprio: é preciso se escorar em diploma pra poder dizer que tem cunhão? PONTO!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ipsilone: Contestações 1 &#8211; O acanalhamento de uma profissão</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Jun 2009 18:58:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rondinelly</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ipsilone]]></category>
		<category><![CDATA[Globo]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa Corporativa]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobras]]></category>
		<category><![CDATA[Propriedade intelectual]]></category>

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		<description><![CDATA[A Imprensa Corporativa essa semana botou a lógica na gaveta, deu uma photoshopada na legislação de direitos autorais e adicionou uma demão de óleo de peroba nas faces. Toda essa arrumação por conta da inauguração do blogue da Petrobrás, (boa) idéia da Direção da empresa para evitar os corriqueiros transtornos que as redações provocam recortando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Imprensa Corporativa essa semana botou a lógica na gaveta, deu uma photoshopada na legislação de direitos autorais e adicionou uma demão de óleo de peroba nas faces. Toda essa arrumação por conta da inauguração do <a href="http://petrobrasfatosedados.wordpress.com/" target="_blank">blogue da Petrobrás</a>, (boa) idéia da Direção da empresa para evitar os corriqueiros transtornos que as redações provocam recortando as declarações e editando as entrevistas da forma mais conveniente para os seus interesses, ou suas opiniões, tanto faz. Usar uma plataforma gratuita como a Santa WordPress, então veio a calhar, porque a empresa é estatal (mista, vá lá, mas com maioria de ações do governo), e aí já seria uma celeuma maior pagar pra publicar o blogue.</p>
<p style="text-align: justify;">Em resumo: o sacrilégio do blogue foi ter publicado o conteúdo de algumas entrevistas antes da publicação destas nos seus respectivos órgãos (O Globo, O Estadão). Isso chateou por demais os donos-de-notícia. <a href="http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/06/08/editorial-ataque-imprensa-756256898.asp" target="_blank">Em editoria</a>l, O Globo chegou a propor que as perguntas eram propriedade intelectual do entrevistador. Entre o desentendimento e o riso, na hora, tive o impulso de correr no cartório e patentear o reincidente: “Como vai sua família?”</p>
<p style="text-align: justify;">Levando a cúmulo, o entrevistado também é proprietário de suas respostas e a gente pode brincar agora de patentear perguntas e respostas, já que umas não têm nada a ver com as outras, lógico, dã! O jornalista é livre para publicar sua pergunta e eu, a minha resposta. Tipo:</p>
<p style="text-align: justify;">“ – Que medidas o STF está tomando para acabar com a farra das vagas para deficientes em ambientes públicos? [Heraldo Pereira®]<br />
– Sim, acho bolo de milho uma iguaria formidável! [Gilmar Mendes®]&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">[Se você ainda não entendeu o porquê desse exemplo, <a href="http://amascaracaiu.blogspot.com/2009/06/suprema-deficiencia-moral-gilmar-mendes.html" target="_blank">veja isso</a>.]</p>
<p style="text-align: justify;">Na verdade, essa gritaiada toda são os últimos apupos de um modelo de circulação de informações em franco processo de putrefação.  Os Jornalões impressos, edições televisivas lateralizadas e notícias padronizadas em grandes conglomerados de rádio já não têm mais o monopólio da opinião ou da difusão de notícias. A informação, durante o <em>boom</em> das tecnologias de radiodifusão, havia se tornado uma mercadoria industrializada, feita nos padrões taylor-fordista. Essa produção ficou aglutinada em redor dos grupos rentáveis economicamente e, se um ter um jornal não trazia lá muito lucro, permitia facilmente fabricar opiniões, disseminá-las e torná-las autoevidentes, sustentando uma distribuição de poder de modo a facilitar a manutenção da grana na mão de quem lha tinha. (não resisti ao lusitanismo). Em palavras menores: a mídia não serve aos donos do poder porque os donos do poder são os donos da mídia.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma posição intermediária, por exemplo, como a de <a href="http://verbeat.org/blogs/sergioleo/2009/06/por-que-jornalistas-experientes-fingem-nao-ver-que-a-petrobras-age-errado.html" target="_blank">Sérgio Leo</a>, que ficou naquela de cachorro de fazenda: faz que vai, mas não vai, entre defender o último recurso do jornalismo investigativo – o sigilo da fonte, nos dois sentidos da coisa – e promover a irremediável proliferação de informações interneticamente&#8230; uma posição como essa denota a crise instalada no miolo do jornalismo profissional, evidenciando que os seus fundamentos, como os de qualquer profissão, são contingenciais, historicamente produzidos. Em palavras menores (de novo): ou o jornalista de gabinete aprende a lidar com a nova situação ou vai ter que procurar um outro ofício. Ninguém está interessado em manter o privilégio da informação na mão do cara da redação só porque esse é seu emprego. Ninguém exceto ele mesmo, né não?</p>
<p style="text-align: justify;">Pois bem, com relação à antecipação das entrevistas, <a href="http://petrobrasfatosedados.wordpress.com/2009/06/11/respostas-da-petrobras-ao-jornal-folha-de-s-paulo/" target="_blank">a Petrobrás já abriu-dos-peito</a>, como se diz aqui, e só vai publicar a íntegra às 00:00h depois do dia da publicação no respectivo jornal, o que relaxa os ânimos dos empregados e deixa o patrão no canto da parede, sem poder dizer um pio. Vai dizer o que agora?</p>
<p style="text-align: center;"><div class="imagecaptioneasy imagecaptioneasy_nter" style="auto;"><img class="size-full wp-image-235 aligncenter" title="y-neg-sb1" src="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2009/06/y-neg-sb1.gif" alt="y-neg-sb1" width="55" height="58" /><br style="clear:both" /><div style="margin:0px;max-width:55px;">y-neg-sb1</div></div></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O Nilo Azul: Twitter, Política, Petrobras, Jornalismo e aforismos</title>
		<link>http://jerimumbeta.com.br/o-nilo-azul-twitter-politica-petrobras-jornalismo-e-aforismos</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Jun 2009 13:43:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[O Nilo Azul]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Manual dos Focas]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<description><![CDATA[Transcrição de conversa realizada dia 10 de junho de 2009 entre 5 e 6 da tarde com João Neto do Jerimum Beta e João Porto do Manual dos Focas através do Twitter. joaoporto: Blog da Petrobrás: Até que ponto uma informação merece ser exclusiva? http://tinyurl.com/m4wzca about 1 hour ago NetoZeppelin: Acho válido demais a ação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>T</strong>ranscrição de conversa realizada dia 10 de junho de 2009 entre 5 e 6 da tarde com João Neto do <a href="http://jerimumbeta.com.br" target="_blank">Jerimum Beta</a> e João Porto do <a href="http://manualdosfocas.com" target="_blank">Manual dos Focas</a> através do Twitter.</p>
<p><strong> joaoporto</strong>: Blog da Petrobrás: Até que ponto uma informação merece ser exclusiva? http://tinyurl.com/m4wzca<br />
about 1 hour ago</p>
<p><strong> NetoZeppelin</strong>: Acho válido demais a ação da Petrobrás! Se a pergunta é de valor intelectual do jornalista, e a resposta? Não vale à empresa?<br />
about 1 hour ago</p>
<p><strong> joaoporto</strong>: concordo com você. Nada mais justo do que ter informações liberadas a todos.<br />
about 1 hour ago</p>
<p><strong> joaoporto</strong>: Mas não gostei da postura da empresa com relação as entrevistas exclusivas.<br />
44 minutes ago</p>
<p><strong> NetoZeppelin</strong>: Estudo jornalismo e só o que a gente aprende é que não importa sua resistência&#8230; É necessário ser corruptível.<br />
41 minutes ago</p>
<p><strong> NetoZeppelin</strong>: Discordo. Jornalistas e editores aprendem a mudar o sentido de qualquer conversa. E a CPI deixa esse costume mais corrente.<br />
39 minutes ago</p>
<p><strong> NetoZeppelin</strong>: A maioria das empresas tem coluio com políticos. As notícias são MONTADAS. A Petrobras usa desse artificio pra defesa. #PETROCK!<br />
36 minutes ago</p>
<p><strong> joaoporto</strong>: interessante seu ponto de vista. Quer dizer que o blog sim falará toda a verdade. Acho que o conceito não é esse.<br />
35 minutes ago</p>
<p><strong> joaoporto</strong>: outra coisa a Petrobrás também é uma empresa cercada de políticos. Não cabe nessa discussão atribuir tendências.<br />
34 minutes ago</p>
<p><strong> NetoZeppelin</strong>: A assessoria pega a transcrição da entrevista e posta na íntegra. Os jornais reprovam. O público aplaude. Eu vejo o pinga fogo.<br />
31 minutes ago<span id="more-312"></span></p>
<p><strong>NetoZeppelin</strong>: por isso o rebuliço. não há maquiagem na publicação da #PETROROCK. Políticos? Eles estão em todos os lugares. Aqui e aí.<br />
29 minutes ago</p>
<p><strong> joaoporto</strong>: apartir do momento que vc diz que um repórter não passa a informação correta, o assessor pode fazer o mesmo para se defender<br />
28 minutes ago</p>
<p><strong>joaoporto</strong>: preciso lhe dizer que sou favorável a publicar coletiva, até transmitir ao vivo pelo Qix no blog.<br />
27 minutes ago</p>
<p><strong>NetoZeppelin</strong>: a ANJ repudia a #PETROROCK por publicar e não dar o direito de confidencialidade aos jornais. WHAT?! ANJ&#8230; REVEJA.<br />
25 minutes ago</p>
<p><strong>joaoporto</strong>: direito de confidencialidade realmente não tem nada ver. Mas a exclusiva bem que poderia sair no outro dia na íntegra&#8230;<br />
25 minutes ago</p>
<p><strong>joaoporto</strong>: nosso bate-papo simplesmente é sobre o trabalho da assessoria da Petrobrás. Sempre existe uma maneira de furar os assessores<br />
23 minutes ago</p>
<p><strong>NetoZeppelin</strong>: eu entendo como jornalista, joao, mas este é um momento tenso da #PETROROCK poucos lembram q este muido começou com FHC.<br />
20 minutes ago</p>
<p><strong>joaoporto</strong>: acompanho o blog sei que é uma defesa importante. Mas também penso na situação dos jornalistas. É preciso bom senso.<br />
15 minutes ago</p>
<p><strong>NetoZeppelin</strong>: É. mas se vc é foca também, sabe tanto quanto eu quanto a info. é manipulada. Pra #PETROROCK, a arma é a antecipação completa.<br />
15 minutes ago</p>
<p><strong>NetoZeppelin</strong>: Colega. Ambos sabemos que nem no jornalismo há bom senso.<br />
13 minutes ago</p>
<p><strong> joaoporto</strong>: manipular informação é mau jornalismo. Abomino este tipo de prática e não trabalho assim.<br />
12 minutes ago</p>
<p><strong>joaoporto</strong>: jornalistas de verdade tem bom senso sim. Ser ético não é qualidade e característica essencial.<br />
10 minutes ago</p>
<p><strong>NetoZeppelin</strong>: A maioria faz. Por isso a #PETROROCK tomou essa medida. Todos estão calejados com isso.<br />
8 minutes ago</p>
<p><strong> joaoporto</strong>: tem certeza que vc conhece a realidade das redações? Erros não são admitidos neste ramo, quem vacila vai para rua.<br />
7 minutes ago</p>
<p><strong>NetoZeppelin</strong>: Nós aprendemos que não tem remédio. Ética jornalística #FAIL. Veja Heraldo Pereira&#8230; Amiguinho de Gilmar Mendes.<br />
6 minutes ago</p>
<p><strong> joaoporto</strong>: fechado lhe mando um e-mail.<br />
4 minutes ago</p>
<p><strong>NetoZeppelin</strong>: Não é questão de erro, João. É usar da informação QUE EXISTE da forma que lhe convier. E se o jornalista não &#8220;errar&#8221;, RUA!<br />
3 minutes ago</p>
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