Se meu twitter falasse – Parte 1


twitter_bird1
twitter_bird1

O twitter virou A FEBRE. Além de virar ferramenta pra tudo quanto é programa de rádio e tv com programação ao vivo, o termômetro do microblogging chegou ao seu ápice quando minha namorada pediu para que eu criasse uma conta pra ela no dito cujo. Entre tantas conversinhas e tirações de onda entre a (in)utilidade do passarinho azul e o esfacelamento do orkut, a nova moda prevaleceu.

Mas entre tantas modas que se mostraram definitivas (entre elas o Orkut) sempre apareceu algum novo barato para exaltar os defeitos da moda anterior.

Então seria o twitter uma aposta já perdida de antemão?!

Já notou-se, principalmente com o MICROblogging twitter, que excesso de recursos não é de forma alguma a melhor forma de alcançar sucesso. A facilidade de portabilidade do sistema via celular, tablet, notebook, ipod e inúmeros outros gadgets com internet envolvida pede por um sistema simples, ágil e principalmente sem frescurites. Lembro-me dos inúmeros arquivos .gif que enchiam sites pessoais e atrasavam minha vida junto ao modem Rockwell 56k. Imagino que se o twitter existisse naquela época tudo seria muito agradável e cabido. Sem gifs e sem frescurites.

Acho que daí podemos ter uma respostinha torta (não explicada aqui) de como o Orkut ruiu. Não se sabe o momento ao certo nem o estopim, mas logo depois de emperiquitarem o negócio, ele já não nos pareceu mais tão agradável quanto quando aparecia a velha mensagem “Bad! Bad server! No donut for you!”

E quanto ao twitter? O sistema parece único e sem mais janelas ou raízes do que as que já tem. Os outros serviços existentes como o twitpic ou buytter e até o migre.me não são serviços twitter, mas criados para agregarem-se a ele. Se a pessoa não quiser visitar nenhum desses serviços, beleza. Nos parece que eles nunca existiram.

Vejo alguns falarem da proximidade da ruína do passarinho. Talvez os apps criados para ele já estejam abusando o povo com suas interfaces xuxuzinhas. Talvez estajam buscando entre tanta simplicidade um novo diferencial, mas boa parte entre tantos não veem que o Twitter não nos mostra nada, não nos faz nada e nem nos pede nada. Pode parecer mais do que repetitivo, fulêra e sem originalidade o que vou dizer, mas quem fala assim não percebe dos amigos que têm. No twitter, claro. Esta rede social virou um grande saco de sarcasmo em que muitos que se sentem obrigados socialmente a gostá-la, na verdade não a aturam.

Não cultivo nem gosto (literalmente) do sarcasmo, mas confesso que acho-o engraçado nas bocas de outras pessoas como do famoso @Cardoso. Daí notei que ma massa gigantesca de pessoas que sigo e que considero imensamente fodas estão mantendo uma certa regularidade de twitadas com pitadas de sarcasmo. Acho que no melhor estilo twittês posso expressar minha opinião a estes:

#FAIL

Bem… Nem se assustem nem se sintam ofendidos com essa postagem. Acho que para o twitter não ruir como foi a embaraçosa queda do Orkut, devemos manter a boa e velha Relevância

1 comentário

  1. Pois é. Estou ficando viciado nesse trocinho chamado Twitter. Tá pior do que na época em que jogava video game até altas da madrugada. #droga

Deixe seu comentário