Quando a internet realmente se popularizou no Brasil o fato foi visto de diversas formas: a morte da leitura, o fim da criatividade, a ameaça às profissões e o reduto dos vagabundos. Os principais alvos destas críticas foram os blogs e as mídias sociais. Quantas vezes não soubemos de uma ou outra pessoa despedida por ter sido flagrada espiando o Orkut ou alguém que teve problemas pessoais depois que publicou algo em seu diário virtual?
Bem, os tempos são outros.
Hoje, cineastas fazem premieres de filmes no YouTube, outras encontram na simples publicação de vídeos caseiros, oportunidade profissionais valiosas; músicos independentes vendem músicas em sites especializados. Enfim… Algumas pessoas encontraram na Internet uma forma de ir além com suas profissões.
Com isso, as pessoas estão se aproximando um pouco mais da ideia de fazerem o que realmente querem, deixando de lado a meta do bom salário, do respeito adquirido, da empregabilidade e das facilidades das grandes profissões. É um tempo de vontades. E é inclusive por isso que resolvi fazer este trabalho da forma como ele é. Porque a minha vontade se concentra em trazer novas experiências ao leitor. Não acredito que o áudio e o
vídeo limitam a imaginação. Eles expandem. E isso é bonito.
Que está seja a primeira.
