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	<title>Jerimum Beta &#187; O Nilo Azul</title>
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			<title>Jerimum Beta</title>
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		<title>Lá e de volta outra vez&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 17:37:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje em dia, o cinema e a TV tomaram o lugar da literatura e abraçaram a temática de “Viagem no Tempo” como um dos carros-chefes da ficção científica. Filmes como De volta para o futuro e séries como Lost têm despertado a curiosidade e criado discussões interessantes. Afinal: é possível ir pro futuro ou pro passado?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem nunca teve vontade de voltar no tempo para mudar algo que tenha feito ou para presenciar um evento histórico? Ou avançar o relógio para ver o que vai acontecer ou se aquela conversa de carros voadores realmente vai se concretizar um dia?</p>
<p>Em 1771, Sebastian Mercier lançou o livro “O Ano 2440” em que o SONO seria uma forma possível de viagem temporal. Mas só no início do século XX, quando a ciência se tornou mais popular através das publicações de artigos científicos em revistas sobre o tema (muitas vezes ininteligíveis), pensadores, de botecos ou de universidades, se sentiram atraídos pelas teorias discutidas pelos estudiosos em todo o mundo.<br />
Notando essa nova demanda, escritores começaram a criar romances em que não era mais o ambiente que situava a trama e seus personagens, mas o tempo em que eles estavam inseridos. “A Máquina do Tempo” de H. G. Wells, por exemplo, foi de tamanha importância para a literatura sci-fi que, mais tarde, acabou sendo adaptada para o cinema duas vezes.</p>
<p>Para as viagens no tempo se tornarem críveis, os escritores e roteiristas inseriam (e ainda inserem) engenhocas tecnológicas capazes de “manter a composição da matéria humana em que a entropia não agisse sobre ela”, assim descrevia Howard Fast em “O Caso Kovac. Daí podemos citar diversos aparatos famosos: desde cabines telefônicas até estilosos carros a 88 milhas por hora.</p>
<p>Hoje em dia, o cinema e a TV tomaram o lugar da literatura e abraçaram a temática de “Viagem no Tempo” como um dos carros-chefes da ficção científica. Filmes como De volta para o futuro e séries como Lost têm despertado a curiosidade e criado discussões interessantes. Afinal: é possível ir pro futuro ou pro passado?</p>
<h3>Filmes e Seriados que influenciaram o gênero</h3>
<p>Segundo a Teoria da Relatividade, se um cientista maluco arrumar uma máquina que desempenhe 87% da velocidade da luz, o espaço-tempo do sistema em que ele está será alterado. Evidentemente, até agora (pelo que sabemos) não foi criado nenhum aparato resistente e rápido o possível para chegar a uma velocidade dessas (938949978,456 km/h!). Só que a máxima universal do cinema que diz que “tudo é possível” pega todos os 938949978,456 km/h e coloca no bolso!</p>
<h5><a href="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2010/07/TimeMachine.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-2937" title="TimeMachine" src="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2010/07/TimeMachine-300x272.jpg" alt="" width="259" height="234" /></a>A Máquina do Tempo (1960 e 2002)</h5>
<p>No caso de “A Máquina do Tempo” de H. G. Wells, George constrói uma máquina que não sai do lugar, mas é capaz de se mover pela Quarta Dimensão (a dimensão do tempo) para poder voltar ao passado e evitar que sua noiva escape da morte. Frustrado pelas inúmeras tentativas de salvar a amada, ele viaja do ano 1889 para o ano de 802.701 d.C. para encontrar respostas. Lá encontra os Elói, evoluídos dos humanos que vivem de forma primitiva, e os Morlock, que vivem no subterrâneo e usam os Elói como alimento. Esta obra trata do tempo de forma linear e implacável, em que o destino das coisas não podem ser alteradas.</p>
<h5>De Volta para o Futuro (1985 &#8211; 1990)</h5>
<p>Já em “De Volta para o Futuro”, o cientista maluco Emmet Brown adapta um estiloso DeLorean para se tornar a sua máquina do tempo.</p>
<h5>
<div id="attachment_2940" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2010/07/DeLorean_05.jpg"><img class="size-medium wp-image-2940" title="DeLorean_05" src="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2010/07/DeLorean_05-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">De Lorean: com essa belezinha Marty McFly e Emmet Brown foram ao passado, ao futuro e até ao presente paralelo.</p></div></h5>
<p>Acompanhado de seu amigo Martin McFly, eles viajam ao passado e ao futuro. Nesta trama, a concepção temporal abordada discorda da inexorabilidade dos fatos da obra de H. G. Wells.</p>
<p>De acordo com o Dr. Emmet Brown, qualquer intervenção dos viajantes do tempo sobre os destinos de determinado momento pode desencadear em um futuro diferente d</p>
<p>o já conhecido pelos próprios! No primeiro filme, por exemplo, Martin vai ao passado e salva o pai de um acidente, sofrendo o choque por ele. Este acontecimento o faz substituir também na forma com a qual sua mãe se apaixonaria naquele momento. Logo, ele precisa fazer com que ela se interesse e permaneça com o pai para que ele mesmo possa existir!</p>
<p>O filme também aborda choques de paradoxo, possibilidade não testada (por medo, claro) de um ser encontrar a si mesmo! Tal acontecimento poderia criar uma explosão paradoxal e simplesmente apagar o universo! A narrativa simples e cheia de explicações lógicas gerou um frisson entre fãs que até hoje reverenciam o filme como um clássico do gênero sci-fi.</p>
<h5>Planeta dos Macacos (1968 &#8211; 1973 e 2001)</h5>
<p><a href="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2010/07/planeta-macacos2.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-2945" title="planeta-macacos2" src="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2010/07/planeta-macacos2-203x300.jpg" alt="" width="203" height="300" /></a>Aqui, a máquina deixa de ser um aparato projetado para a viagem no tempo para ser o veículo a passar pela causalidade da viagem temporal.<br />
Em alusão à nossa sociedade, o filme Planeta dos Macacos fala sobre a viagem de Leo Davidson através de uma tempestade eletromagnética que o leva a um planeta habitado por símios que usam os humanos como escravos. Sua permanência neste mundo que se apresenta às avessas, o permite entender a estarrecedora verdade de que o planeta em que vive é a Terra e que a dominação símia se deu pela rebelião dos mesmos contra os homens, que antes os escravizavam.</p>
<p>As quatro sequências desta trama apresentam uma   verdade mais complexa: os dois símios que conseguem voltar no tempo, com a mesma nave de Leo, são os mesmos que desencadeiam uma série de causalidades que motivam a tal rebelião. Assim, os elementos do futuro alteram a realidade do presente que acabam por concretizar a realidade já existente e sem alterações do mesmo futuro! Complicado, né?!</p>
<h5>Lost (2004 &#8211; 2010)</h5>
<p><div id="attachment_2947" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2010/07/005_Lost_Time_Travel.jpg"><img class="size-medium wp-image-2947" title="005_Lost_Time_Travel" src="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2010/07/005_Lost_Time_Travel-300x191.jpg" alt="" width="300" height="191" /></a><p class="wp-caption-text">Em Lost, a viagem no tempo nos foi apresentada por Desmond Hume</p></div>
<p>A partir de sua terceira temporada, a enigmática série Lost, que trata da sobrevivência de pessoas que sofrem um acidente aéreo e caem em uma ilha misteriosa, aborda, entre diversos temas científicos e filosóficos, a viagem no tempo. Sem explicações objetivas, o seriado mostrou duas possíveis formas de viajar pelos tempos, através do sono, em que a mente do personagem Desmond Hume se transporta para um tempo passado e por meio de um aparato instalado na Estação Orquídea da Iniciativa Dharma.</p>
<p>O primeiro caso, explica que a hibernação estimulada pelo eletromagnetismo pode fazer com que a mente humana possa viajar no tempo ou até por universos paralelos. Aqui, O segundo caso tenta fazer crível a canalização de energia através de instrumentos para que a Ilha, como “transporte”, viaje pelos tempos.</p>
<p>Neste caso, algumas das ações dos sobreviventes do avião Oceanic 815 determinam  o passado pelos quais eles já viveram. A interrupção de um desses elementos, resulta na criação de uma nova realidade paralela a que eles vivem. Nesse universo, o avião não cai e logo é notado que suas vidas são diferentes das vividas na realidade original por não sofrerem interferências dos elementos da ilha.</p>
<h5><a href="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2010/07/terminator.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2948" title="terminator" src="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2010/07/terminator.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>O Exterminador do Futuro (1984 &#8211; 2009)</h5>
<p>Com a mesma idéia da causalidade imutável, O Exterminador do Futuro traz uma narrativa semelhante. O andróide T-800 é enviado ao ano de 1984 para assassinar a mãe do líder da resistência humana contra as máquinas, John Connor. Com esse acontecimento, o futuro teoricamente seria alterado, sem John Connor.<br />
Suas quatro sequências acabam mostrando que todas as ações decorrentes de 1984 até o “Dia do Juízo Final” construíram o futuro imutável: a liderança e força de John Connor, a escolha de seu pai (do futuro) para sua proteção (no passado) e a hecatombe nuclear seguida da Revolução das Máquinas.</p>
<h5>Jornada nas Estrelas (1966 &#8211; 2009)</h5>
<p>Aclamado como um dos maiores títulos em ficção científica de todos os tempos, com cinco séries (A Série Original, A Nova Geração, Voyager, Deep Space 9 e Enterprise) e onze filmes, Jornada nas Estrelas tem o tempo e seus inúmeros subtemas como assunto recorrente em suas histórias.</p>
<p><a href="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2010/07/StarTrek_enterprise_wall01_1280-thumb-550x293-13909.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-2951" title="StarTrek_enterprise_wall01_1280-thumb-550x293-13909" src="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2010/07/StarTrek_enterprise_wall01_1280-thumb-550x293-13909-300x159.jpg" alt="" width="300" height="159" /></a>Apesar do universo fantástico em que Jornada nas Estrelas é inserida, seu autor, Gene Roddenberry, optou por utilizar dos conhecimentos de físicos e escritores renomados, como Arthur Clarke, Isaac Asimov e Stephen Hawking, para tornar suas obras críveis. Ao usar o tempo como tema, os roteiristas fizeram da série um grande laboratório, em que realidades imutáveis, destinos inexoráveis, universos paralelos e várias outras teorias discutidas no meio científico. Jornada é tratada até hoje como um dos melhores e maiores produtos sci-fi de todos os tempos.</p>
<p>Desde sua concepção para as novas mídias, este gênero vem ganhando cada vez mais espaço entre os filmes e seriados de ficção científica: o que antes era apenas uma nova forma de ambientação para narrar eventos atuais e nossos, hoje se mostra como determinante para tramas complexas e fascinantes em que ele, o tempo, é o personagem principal.</p>
<h3>Do contexto em que a viagem no tempo se emprega</h3>
<p>Mesmo com tantas curiosidades apresentadas até agora, a temática de viagem no tempo não só é utilizado como recurso narrativo. Star Trek, por exemplo, narrava, de forma didática, viagens no tempo para a época do auge do Império Romano ou da Grécia. Em alguns outros, a série falava sobre hippies, sindicalistas e sobre a promiscuidade do corpo. Cada um destes assuntos utilizando da ficção científica como pano de fundo para sua abordagem.</p>
<p>Já Planeta dos Macacos, como citado anteriormente, cria uma alusão direta à nossa sociedade. Escravismo, segregação racial e revoluções são alguns dos eventos em Planeta dos Macacos, mascarados sob a roupagem de uma sociedade de símios.</p>
<p>Enquanto não encaramos a viagem pelos tempos como uma realidade nossa, para relembrar ou para vislumbrar, diretores, produtores, atores e até DeLoreans estilosos, conjuram para nossas telas nossos desejos mais fantásticos.</p>
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		<title>Chuteiras apertadas x Cadeiras macias</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 12:34:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esta manhã me deparei com a seguinte postagem, do blogueiro Phelipe Caldas, provável jornalista (não sei mais quem é quem) do Paraíba1. O idiota ataca de novo! O ex-goleiro e pseudo treinador Émerson Leão é um verdadeiro idiota. E apenas para constar, é idiota como muitos dos que fazem o futebol paraibano. Daqueles truculentos que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta manhã me deparei com a <a href="http://www.paraiba1.com.br/post.php?id=4784" target="_blank">seguinte postagem</a>, do blogueiro Phelipe Caldas, provável jornalista (não sei mais quem é quem) do <a href="http://www.paraiba1.com.br" target="_blank">Paraíba1</a>.</p>
<blockquote>
<h4><a title="O idiota ataca de novo!" href="http://www.paraiba1.com.br/post.php?id=4784">O idiota ataca de novo!</a></h4>
<p>O ex-goleiro e pseudo treinador Émerson Leão é um verdadeiro idiota.</p>
<p>E apenas para constar, é idiota como muitos dos que fazem o futebol paraibano.</p>
<p>Daqueles truculentos que acha que ser homem é sair no braço com  qualquer um.  É dar um murro inexplicável num repórter (que cobria o  jogo entre Vitória e Goiás) e depois bater no próprio muque mostrando  que com ele é assim.</p>
<p>Quem quiser basta ver o vídeo abaixo!<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/fqK9lSlxBUE&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/fqK9lSlxBUE&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Leão é um daqueles idiotas que precisavam ser execrados pela  população brasileira, repudiados pela imprensa e banidos do futebol.</p>
<p>Porque é um absurdo um profissional de imprensa ser espancado por  Leão e sua gangue de marginais que hoje formam o time do Goiás.</p>
<p>Este blog não é lido na Bahia, mas é lido por alguns amigos dos  tempos de universidade, baianos que vieram estudar em João Pessoa e que  por aqui ficaram.</p>
<p>Uso estes, portanto, como canal para expressar meu voto de  solidariedade aos colegas que foram vergonhosamente agredidos em  Salvador.</p>
<p>Fica o registro! E que as associações e federações que representam a  imprensa em nível nacional se manifestem publicamente contra este tipo  de gente!</p></blockquote>
<div id="attachment_2911" class="wp-caption alignright" style="width: 302px"><a href="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2010/07/leao.jpg"><img class="size-full wp-image-2911" title="leao" src="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2010/07/leao.jpg" alt="" width="292" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Tá sujo aqui ó!</p></div>
<p>É evidente que não concordo com a atitude de Emerson Leão, PORÉM é também evidente em seu discurso, Phelipe Caldas, uma paixão muito forte ao falar que um &#8216;profissional de imprensa&#8217; não possa ser espancado por &#8216;marginais&#8217;. Como se o &#8216;profissional de imprensa&#8217; (que também o sou) tivesse um direito maior sobre outrem, assim como os que &#8216;políticos-corruptos&#8217; ou &#8216;advogados-tamboretes&#8217; ostentam. Ora, te confidencio! Ninguém pode ser espancado, por marginais, profissionais de imprensa ou até cantores de MPB.</p>
<p>Quanto ao termo &#8216;marginais&#8217;, pegou pesado, né, compadre?! Não conheço nenhum time brasileiro que contenha em toda a sua trupe, pessoas chiques, educadas e requintadas&#8230; não passíveis de olhares tortos e desconfiados. A estes o futuro guarda cadeiras macias. Aos que só tem a bola para se divertir desde a infância, segue o talento, experiência, dedicação (ou qualquer outra coisa) como ferramenta de trabalho. Estes que tentam o sucesso a todo custo vivem às margens das pistas e nas beiras das cidades e têm o adjetivo merecido: marginais.</p>
<p>Ao que me parece, &#8216;jogadores-marginais&#8217; não podem, de forma alguma, se misturar com &#8216;profissionais de imprensa&#8217;. Precisam ficar à margem. Quanto a Leão, acho que ele merecia ser técnico da seleção argentina. Castigo bom&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>&#8216;Só isso&#8217; ou &#8216;tudo isso&#8217;?</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 12:50:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Existe uma dúvida que se encaixa na cabeça de estudantes universitários em jornalismo no decorrer de seus estudos assim como a escolha de qual curso um estudante secundarista vai fazer: que área explorar?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2010/07/jornalista-nao-e-Deus.jpg"><img class="alignright size-full  wp-image-2887" title="jornalista nao e Deus" src="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2010/07/jornalista-nao-e-Deus.jpg" alt="" width="400" height="339" /></a>Existe uma dúvida que se encaixa na cabeça de estudantes universitários em jornalismo no decorrer de seus estudos assim como a escolha de qual curso um estudante secundarista vai fazer: que área explorar?</p>
<p>Além do sonho em trabalhar como âncora, locutor, repórter, editor, produtor e diversas outras funcionalidades, o aspirante à profissão de jornalista procura imaginar em que meio de comunicação vai trabalhar. Mas poucos têm a idéia do “SOBRE O QUÊ” vai trabalhar. É uma pergunta frustrante, visto que o jornalismo é lecionado ao universitário sem nenhuma inclinação para qualquer uma das inúmeras áreas que possa atingir.</p>
<p>Segundo Ana Carolina Abiahy, os jornais da atualidade perderam o romantismo ideológico empregado pelos antigos jornalistas sem formação que redigiam seus trabalhos com uma maior liberdade literária. A inserção do jornalismo profissional e do jornalista oriundo da universidade trouxe às redações novas células que tornaram o antigo trabalho artesanal em padronização e profissionalismo. A diagramação e o foto-jornalismo são exemplos disso.</p>
<p>O “generalismo” citado pela educação nas faculdades de jornalismo leva Ana Carolina a uma idéia engenhosa: baseado na conclusão da graduação de certo aluno, este poderia fazer uma pós-graduação em jornalismo para poder informar. Porém seu pensamento restringe o jornalismo especializado tanto quanto abrangiu demais o jornalismo “genérico”. Temas como jornalismo policial, cultura (cinema, música, literatura, teatro, televisão) e alguns outros ficariam desamparados e sem nenhuma graduação para assisti-las.</p>
<p>Em Portugal, por exemplo, as agências preferem profissionais graduados, mas não exigem a graduação em jornalismo. Esse resultado leva o jornalista a procurar especializar-se para se tornar um concorrente à altura, junto ao diplomado em qualquer outra graduação.</p>
<p>A preparação exclusiva do estudante para o cargo de repórter (que não é a única função que um jornalista pode exercer) acomoda-o para um patamar menor que o alcançável. Entre as oportunidades de expandir seus conhecimentos, além do passado em classe, estão as assessorias de comunicação em empresas, que, por dar leve importância à divulgação assessorada, prefere o estagiário ao profissional.</p>
<p>Segue um dilema para dois futuros profissionais: o jornalista que se especializa em um segmento e que perde o tino para o resto e o jornalista que segue ensinamentos genéricos sem nenhuma inclinação.</p>
<p>Às vistas de quem escreve (eu) é notório que não há de fato um problema a se solucionar entre a preparação no jornalismo especializado ou no jornalismo genérico. A problemática está nas hierarquias sociais que como tudo no mundo, se infiltram também nas agências de notícias: ao médico é imputado seus deveres e direitos quanto a tratamentos MÉDICOS, ao advogado os atos jurídicos e ao jornalista os de informar.</p>
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		<title>Alien &#8211; Reinventando o terror</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Jul 2010 19:02:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de “2001: Uma Odisséia no Espaço”, muitos roteiristas de cinema perceberam o valor do espaço sideral como ambiente fantástico e de infinitas possibilidades. Só  H. R. Giger, em 1979, percebeu que o sombrio e o silencioso  seriam características perfeitas para se explorar como elementos em filmes de terror. E assim, como artista plástico, criou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2010/07/alien_from_the_movie.png"><img class="size-full wp-image-2818 alignright" title="alien_from_the_movie" src="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2010/07/alien_from_the_movie.png" alt="" width="200" height="260" /></a>Depois de “2001: Uma Odisséia no Espaço”, muitos roteiristas de cinema perceberam o valor do espaço sideral como ambiente fantástico e de infinitas possibilidades. Só  H. R. Giger, em 1979, percebeu que o sombrio e o silencioso  seriam características perfeitas para se explorar como elementos em filmes de terror. E assim, como artista plástico, criou a arte do Alien.</p>
<p>Afim de desconstruir a idéia pré-estabelecida dos filmes sci-fi já feitos, “Alien, o 8º passageiro” apresenta a galáxia já mapeada e em exploração industrial. Nesse universo, a idéia do alienígena bom e pacificador se extingue para dar lugar a uma criatura violenta e assassina.</p>
<p>Com o intuito de expandir o medo e o mistério acerca da criatura alienígena, nunca, em nenhum dos seus quatro filmes(Alien – o 8º passageiro, Alien, Alien 3 e Alien, la réssurrection) foi dado nenhum esboço da explicação de sua gênese ou de sua origem. É<a href="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2010/07/diretorespeb.png"><img class="alignright size-full wp-image-2816" title="diretorespeb" src="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2010/07/diretorespeb.png" alt="" width="250" height="900" /></a> dada, ao expectador, apenas a visão do que o interessa primordialmente: o encontro com a espécime em um planeta desconhecido e a sobrevivência dos que estão na mesma nave com a criatura.</p>
<p>Naves com labirintos complexos, escuras, úmidas e apertadas, com longos e apertados corredores, substituíram os ambientes amplos, claros e limpos costumeiramente exibidos em filmes que a história se passa no espaço. Esta nova roupagem das naves, criada para dar a sensação de claustrofobia de espaços ocupados por grandes máquinas trouxe tamanha influência que mais tarde, filmes como “O Enigma do Horizonte” usaria como referência.</p>
<p>Depois do primeiro filme, dirigido por Ridley Scott, outros três filmes sobre o Alien foram dirigidos cada um por um diretor diferente. Esta alternância de direção é até hoje questionada pela provável inconsistência de roteiro entre os filmes. “Se tivesse continuado com os próximos filmes, o Alien não seria apenas um animal que mata”, disse Ridley Scott.</p>
<p>Porém, todos os outros que dirigiram as sequências de Alien &#8211; o 8º passageiro deixaram (e levaram consigo) conceitos marcantes para suas carreiras. James Cameron, por exemplo, fez uso de seus concept-arts do filme Aliens (1986) para seus trabalhos que desempenhou no futuro, como O Exterminador do Futuro 2 (1991) e Avatar (2009), com naves, robôs gigantes e instalações muito semelhantes aos apresentados em sua participação da franquia. Já David Fincher, que dirigiu Alien 3, levou toda a bagunça, sujeira e umidade de seus sets para filmes como Seven e Clube da Luta.</p>
<p>Desde o primeiro filme até o presente, foram feitas diversas adaptações para a inserção do alienígena mais violento da história: jogos de vídeo-game, cross-overs com outro personagem macabro, o Predador, além de contribuições de fãs, que através de fanfics (contos não-oficiais criados pelos fãs) montam histórias paralelas e de explicações para a gênese de sua espécime.</p>
<p>Assim como muitas outras formas de produções cinematográficas, Alien e seu universo foram essenciais para a evolução dos filmes de terror e para um novo senso de realismo dos filmes de ficção científica que viriam daí por diante.</p>
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		<title>Amadorismo &#8220;dos deuses&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 18:41:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já que hoje em dia o diploma de jornalista não é obrigatório para o exercício da profissão, uma pergunta passou a ser feita com frequência aos resistentes estudantes universitários: por que continuar a fazer o curso? Pois bem. Desde cedo nos é passada a mensagem (inter-aulas) de que o dever do jornalista é manter uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2010/04/nilo.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2450" title="nilo" src="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2010/04/nilo.jpg" alt="" width="660" height="100" /></a></p>
<p>Já que hoje em dia o diploma de jornalista não é obrigatório para o exercício da profissão, uma pergunta passou a ser feita com frequência aos resistentes estudantes universitários: por que continuar a fazer o curso? Pois bem. Desde cedo nos é passada a mensagem (inter-aulas) de que o dever do jornalista é manter uma visão crítica sobre os acontecimentos que ocorrem ao seu redor e publicá-los sem a má e velha parcialidade. Lidar com informação é, de fato, uma tarefa muito perigosa, visto que, assim como outras profissões, são necessários a ética e o bom senso. Entre os profissionais de jornalismo, diplomados ou não, existem aqueles que não têm escrúpulos e os que distorcem-nos.</p>
<p>No Paraná, Zeca, um orgulhoso jornalista não diplomado e âncora do programa RP2, expressou toda a sua paixão contra os universitários e suas mães ao ler a postagem do blog de um aluno do 2º ano de jornalismo da Universidade Estadual de Ponta Grossa. O texto detalhava uma crítica baseada em simples observações ao formato sensacionalista e sangrento que o programa sustenta. De acordo com o desenvolvimento do texto, cada crítica lida por Zeca, hora era acompanhada por gritos histéricos, hora vinha junto de insultos ao crítico e a seus familiares. Para ele, macho-alfa de alguma tribo ítalo-franco-germânica, os focas são &#8220;chegados&#8221; da cannabis, e se sentem deuses.</p>
<p>Zeca se considera o herói de Ponta Grossa. Levantou a camisa ao vivo e mostrou sua protuberante barriga cheia de buracos de bala e outras mazelas sofridas por retaliações de pessoas que se sentiram ofendidas por ele. Pelo seu discurso, não gosta de apresentar o programa RP2 e vive com sua família amparado sob forte segurança. Um exemplo de sucesso por ajudar a população &#8220;pontagrossense&#8221; a combater os marginais e conseguir audiência maior que outros programas de seu estado.</p>
<p>Seu profissionalismo, cobrado pelo próprio à exaustão para que  acreditemos, foi provado não só pelos gritos e ofensas, mas pelas ameaças diretas também gritadas ao vivo como &#8220;(&#8230;) se algo acontecer de ruim com você, pode ter certeza que fui eu! (&#8230;)&#8221; e (&#8230;)você tá fudido(&#8230;) e por dizer (de forma irônica, claro) que vai tirar todos os profissionais sem diploma que trabalham com ele e chamar os &#8220;bandidos&#8221; diplomados, como assim chamou-os no fim de seu desabafo. O Sindicato dos Jornalistas do Paraná repudiou a ação do jornalista que admitiu ter se excedido ao Portal Imprensa e que estudará uma forma de processar o autor do post.</p>
<p>É, amigos&#8230; Blog é um negócio muito perigoso&#8230;<br />
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		<title>Dossiê Globo News – Geneton Moraes Neto entrevista General Leônidas</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 03:33:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Sinistro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais uma entrevista com um ex-membros do alto escalão do Regime Militar (que vigorou no Brasil de 1964 a 1985) do Dossiê Globo News. Desta vez o reporter Geneton Moraes entrevista o General Leônidas, ex-chefe do DOI-CODI (Destacamento de Operações de Informações &#8211; Centro de Operações de Defesa Interna) do Rio de Janeiro  e ex-ministro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-2473" href="http://jerimumbeta.com.br/dossie-globo-news-%e2%80%93-geneton-moraes-neto-entrevista-general-leonidas/ditadura1-2"><img class="aligncenter size-full wp-image-2473" title="ditadura1" src="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2010/04/ditadura12.jpg" alt="" width="660" height="100" /></a>Mais uma entrevista com um ex-membros do alto escalão do Regime Militar (que vigorou no Brasil de 1964 a 1985) do Dossiê Globo News. Desta vez o reporter Geneton Moraes entrevista o General Leônidas, ex-chefe do DOI-CODI (Destacamento de Operações de Informações &#8211; Centro de Operações de Defesa Interna) do Rio de Janeiro  <strong> </strong> e ex-ministro da defesa, que faz sérias e polêmicas afirmações. Confira:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/yEou_OSX910&amp;feature" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/yEou_OSX910&amp;feature"></embed></object></p>
<p><a rel="attachment wp-att-2472" href="http://jerimumbeta.com.br/dossie-globo-news-%e2%80%93-geneton-moraes-neto-entrevista-general-leonidas/ditadura1"><span id="more-2471"></span><br />
</a><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ZO9f_g6LooU&amp;feature" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/ZO9f_g6LooU&amp;feature"></embed></object></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/7qG0h0V6bb0&amp;feature" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/7qG0h0V6bb0&amp;feature"></embed></object></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Rw0C3AGsCSs&amp;feature" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/Rw0C3AGsCSs&amp;feature"></embed></object></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/MwO2tV9nZvs&amp;feature" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/MwO2tV9nZvs&amp;feature"></embed></object></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/SI7yPoo38WY&amp;feature" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/SI7yPoo38WY&amp;feature"></embed></object></p>
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		<title>Dossiê Globo News &#8211; Geneton Moraes Neto entrevista Newton Cruz</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 17:23:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em entrevista exclusiva para o jornalista recifense Geneton Moraes Neto da Globo News, o ex-chefe do SNI (Serviço Nacional de Informações) Newton Cruz revela detalhes de uma missão criada no intuito de evitar um atentado militar contra o fim do regime militar no país. A entrevista fala por si só.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2010/04/ditadura1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2465" title="ditadura" src="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2010/04/ditadura1.jpg" alt="" width="660" height="100" /></a></p>
<p>Em entrevista exclusiva para o jornalista recifense Geneton Moraes Neto da Globo News, o ex-chefe do SNI (Serviço Nacional de Informações) Newton Cruz revela detalhes de uma missão criada no intuito de evitar um atentado militar contra o fim do regime militar no país. A entrevista fala por si só.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="505" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/jpRQp6d2xZY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="505" src="http://www.youtube.com/v/jpRQp6d2xZY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><span id="more-2461"></span></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="505" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/KhQuwRnsNjA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="505" src="http://www.youtube.com/v/KhQuwRnsNjA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="505" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/oLfO-5sbbfE&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="505" src="http://www.youtube.com/v/oLfO-5sbbfE&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="505" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/QnUvotG3nIk&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="505" src="http://www.youtube.com/v/QnUvotG3nIk&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="505" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/BocswzLPcyU&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="505" src="http://www.youtube.com/v/BocswzLPcyU&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>De que é feito o Jerimum?</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 15:37:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acho que muitos jerimuns já perceberam que o site virou praticamente uma central de podcasts musicais. No entanto, ultimamente temos tentado, com a força e o tempo que temos, lançar podcasts didáticos e interativos, além de entrevistas e debates sobre todo e qualquer assunto que envolva todo o mundo. Acreditamos que o podcast, com todas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2398" title="nilo" src="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2010/03/nilo1.jpg" alt="" width="660" height="100" /></p>
<p>Acho que muitos jerimuns já perceberam que o site virou praticamente uma central de podcasts musicais. No entanto, ultimamente temos tentado, com a força e o tempo que temos, lançar podcasts didáticos e interativos, além de entrevistas e debates sobre todo e qualquer assunto que envolva todo o mundo. Acreditamos que o podcast, com todas as suas qualidades de portabilidade, desapego temporal e amadorismo, seja uma boa opção de entretenimento para o indivíduo.</p>
<p>Dia desses fui perguntado por algo que realmente me &#8216;encafifou&#8217;:</p>
<p><em><strong>Qual o real intuito do Jerimum Beta?<span id="more-2395"></span></strong></em></p>
<p>Juro pela alma da minha mãezinha que logo pensei nas conversas que tive com Zé e Rondinelly sobre a criação do site. Comparei com a nova cara do site, os textos e os podcasts publicados ultimamente e constatei que a obra diverge completamente do projeto. Falamos muito sobre guerras, revoluções, filmes e músicas estrangeiras e coisas que estão além de nossas fronteiras e que interessam muito aos que procuram &#8216;pelo de fora&#8217;. Não que isso seja ruim, já que os que atualmente alimentam o site têm esse vontade de &#8216;cosmopolitagem&#8217;, mas que ainda assim está em desacordo com a idéia original. Essa idéia era a de que escanear o ambiente &#8216;afronteiriço&#8217; em que vivemos e reproduzí-lo ao mundo com nossos comentários. Uma ótima idéia&#8230; não mantida por mim.</p>
<p>Não seria sensato pedir aos atuais jerimuns que mudassem suas escritas e suas falas. A entrada dos mesmos no Jerimum Beta foi desde o início programada para os fins, resultados e cargos que os pertencem (se os pertencem). Sensato é assumir que há tempos não posto textos pela falta de tempo e pela prioridade de outras coisas na frente do tão saboroso Jerimum. <em>Assumo</em> também que Rodrigo <em>assumiu</em> maior participação que qualquer um e que o alto número de visitas se deve em maior parte  a ele. E que Ivan conseguiu para o site um prêmio merecedor de atenção com o melhor podcast musical do ano de 2009, o Rock30.</p>
<p>Passando a régua, o Jerimum é parecido com qualquer site que há por aí. As diretrizes originais não funcionaram, mas continuam sendo nordestinos a trabalharem e a darem o aspecto sem forma que o Jerimum tem hoje. E tenho fé para que quem queira dar forma ao que não a tem, venha e modele. O Jerimum é nosso.</p>
<p>Juro, aos que esperam por textos mais nordestinos e sobre o nordeste, nosso maior empenho, esforço e precisão para com nossas vontades e gostos, que bate e volta, se refletem nas de vocês, nordestinos, sudestinos, sulistas, centroestistas e nortistas&#8230;</p>
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		<title>O lutador pé-de-valsa</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 13:53:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Neto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[O Nilo Azul]]></category>
		<category><![CDATA[Mike Tyson]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[Pé de Valsa]]></category>
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		<description><![CDATA[Hein?Há coisas que, quando vemos, destoam completamente da realidade. Um grande exemplo é o de Mike Tyson, que está participando de um programa televisivo italiano, feito aquele &#8220;Dança dos Famosos&#8221;! Pra quem acha que ele esmagou os pés ou arrancou a orelha de seu par, segue o vídeo de sua apresentação habilidosa! Por sua atuação, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="imagecaptioneasy imagecaptioneasy_top_ght" style="auto;"><img class="alignright" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,36029367-DP,00.jpg" alt="Hein?" width="291" height="218" /><br style="clear:both" /><div style="margin:0px;max-width:291px;">Hein?</div></div>Há coisas que, quando vemos, destoam completamente da realidade. Um grande exemplo é o de Mike Tyson, que está participando de um programa televisivo italiano, feito aquele &#8220;Dança dos Famosos&#8221;! Pra quem acha que ele esmagou os pés ou arrancou a orelha de seu par, segue o vídeo de sua apresentação habilidosa!<span id="more-1831"></span></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="546" height="442" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/zIABVXV5TEY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="546" height="442" src="http://www.youtube.com/v/zIABVXV5TEY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Por sua atuação, Mike Tyson recebeu duas notas 10,0 (uma conquista, pode se dizer).</p>
<p>Não é a primeira vez que alguém famoso, rotulado de &#8220;sem jeito&#8221; entra em uma competição dessas. Ano passado, Steve Wozniak passou pela mesma provação e surpreendeu&#8230; por sua desenvoltura, não pela habilidade.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="551" height="335" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/aoiGJMZjs0o&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="551" height="335" src="http://www.youtube.com/v/aoiGJMZjs0o&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Pois eu boto o ponto!</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 17:50:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[O Nilo Azul]]></category>
		<category><![CDATA[identidade]]></category>
		<category><![CDATA[mói de minino]]></category>
		<category><![CDATA[passado]]></category>
		<category><![CDATA[pedagogia]]></category>
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		<description><![CDATA[Lí, há pouco, um texto de Wandecy Medeiros que fala sobre a morte (ou os mortos). Achei bem interessante todos aqueles dados googlianos. Mas o que me prendeu à leitura até o fim, foi a saudade carregada pelas letras do autor onanista por uma beldade jatobense.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2010/01/profmini.jpg"><img class="size-full wp-image-1721 alignleft" style="margin-left: 4px; margin-right: 4px;" title="profmini" src="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2010/01/profmini.jpg" alt="" width="75" height="75" /></a>Lí, há pouco, <a href="http://patosonline.com/interna.php?modulo=publicacao&amp;codigo=9365" target="_blank">um texto de Wandecy Medeiros que fala sobre a morte (ou os mortos)</a>. Achei bem interessante todos aqueles dados googlianos. Mas o que me prendeu à leitura até o fim, foi a saudade carregada pelas letras do autor onanista por uma beldade jatobense.<span id="more-1717"></span></p>
<p>Minha saudade (dessa natureza) tá longe da morte morrida, daquelas que a pessoa desfalece e cai pronta no chão. Tá na morte do desejo, quando aquilo que era já não é mais porque tá lá e o tempo pegou de lapada. Falo das antes-lindas pedagogas. Mulheres que viviam o esplendor utópico de uma boa educação para crianças que nem punheta batiam&#8230; Só admiravam.</p>
<p><div class="imagecaptioneasy imagecaptioneasy_ght size-full wp-image-1722" style="auto;"><a href="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2010/01/professora1.gif"><img class="alignright size-full wp-image-1722" title="professora1" src="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2010/01/professora1.gif" alt="Representação gráfica de minha antiga professora" width="303" height="296" /></a><br style="clear:both" /><div style="margin:0px;max-width:303px;">Representação gráfica de minha antiga professora</div></div>Então. Minha antiga professora de 2ª&#8230; 3ª série, por aí, era um avião de mulher. Todos os alunos, inclusive eu, babavam pela professora e sempre, aos recreios, comentavam seu perfume, suas curvas e suas roupas. A conversa parecia mais uma <em>discussão 1920&#8242;s</em>, época em que mulheres escandalizavam e homens se punham em riste por causa de tornozelos e pescoços (ó aí Mário!). Nossas discussões também pautavam o relacionamento problemático da <em>professorinha</em> com seu cônjuge. Todos os colegas faziam força por obter discrição frente à caminhada sofrida e ao olho que teimava em roxear nas épocas de eventos sazonais, como Carnaval e São João.</p>
<p>A <em>professorinha </em>percebia, claro. Dava aula com gosto. Sabia que tinha uns 20 meninos achando beleza em tudo que ela tocava. Todos prontos para dizer que eram loucos por ela, freados pela timidez. E não era só nossa turma que pensava e agia assim&#8230; Antigos e futuros alunos a admiravam, professoras e mãe a invejavam e até pais, ausentes em casa, presentes na escola.</p>
<p><div class="imagecaptioneasy imagecaptioneasy_ft size-medium wp-image-1726" style="auto;"><a href="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2010/01/peluda.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1726" title="peluda" src="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2010/01/peluda-224x300.jpg" alt="Foto recente da antiga professorinha" width="189" height="253" /></a><br style="clear:both" /><div style="margin:0px;max-width:189px;">Foto recente da antiga professorinha</div></div>Era&#8230; A <em>professorinha</em> era muito bonita mesmo. E por ironia do destino, vi-a dia desses, passando pela rua, mancando e com um batalhão de crianças em fila indiana. Seu corpo perdeu curvas pra ganhar uma só. Todo o encanto e graciosidade expressados pelos seus movimentos lentos e educados foram substituídos por berros e braços abanados violentamente contra seus filhos. Taí uma morte dolorosa: perceber o desencantamento na face de seus antigos fãs. Perceber que a<em> </em>identidade<em> professorinha</em> morreu e que agora só o que restou foram seus filhos pra cuidar e os hematomas a tratar (essa chega rimou!).</p>
<p>Não estou tratando da culpa dela em se desajeitar. Todos se desajeitarão um dia, assim como também morrerão, assim falou Wandecy. É de se tratar do valor das representações que víamos estampados em todo lugar. Mortos agora. E ponto final.</p>
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