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	<title>Jerimum Beta &#187; Podcast</title>
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		<title>Lost is everything, but not all is Lost</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Mar 2011 12:10:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Neto</dc:creator>
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<p><a href="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2011/03/not-all.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3813" title="not-all" src="http://jerimumbeta.com.br/wp-content/uploads/2011/03/not-all-300x270.png" alt="" width="300" height="270" /></a></p>
<p>Durante o tempo necessário, Lost, e tudo o mais que gravita em torno da série, aguardou umaexplicação definitiva para o que quer que precise de uma. E nós aguardamos impacientementepor lançar também as nossas peças ao jogo. Eis que, quase um ano depois do colapso, caiacidentalmente em sua tela esse podcast – do qual pode-se dizer profundo, sem ser chato,e, acima de tudo, superficial, mas sem ser exatamente banal – como que uma explicação: anossa. Agora, se o for (há quem duvide), é para nós mesmos ainda labiríntica, provisória&#8230; deforma que talvez seja ainda bom não aceder de imediato às suas suposições, como a de que ailha é o Aleph, a de que há um Cordeiro de Deus lá (ou vários), a de que Jack poderá ter ficadofrente-a-frente com o Nome do Pai ou a suposição de que a rivalidade fraterna permeia tudo.</p>
<p>A (des)ordem das músicas e das falas foi minuciosamente composta por Emanoel Raiff e suaagilidade, em conluio com Zé Márcio. Entre um suposto fundo musical, que não é tão fundoassim, e as interrupções aleatórias, aqui e ali, pontuam-se explicações precárias de teoriastão diversas quanto oportunas e exposições incompletas de textos cuja única autorizaçãopara aproximá-los a Lost foi a nossa memória e a nossa vontade. Assim como foi com essasoberania graciosa que o Paulo Brabo ilustrou fulminantemente os contrastes de nossastentativas de seguir adiante. Valeu!</p>
<p>Da noite misteriosa de 25 de maio de 2010, participamos, além de todo mundo, Rondinelly,Allyson Irlesh e Zé Márcio, com a leve carga de espontaneidade e as singelas contradiçõesque carregamos. Confinados pelo estruturalismo, obcecados pela psicanálise, eternamenteretornando a Nietzsche ou condenados à lembrança do Evangelho, esse papo caótico quispretensiosamente, mas não deliberadamente, dar uma de Estação Cisne prestes a explodir:além de você, puxamos pra dentro de Lost tudo que, em nossa avaliação (que para nós é muitoimportante), nos habilitava a falar sobre o que já falava por si mesmo ou sobre o infalável. Dequalquer forma, o que está feito, está feito.</p>
<p>Que a multidão de vozes ou sussurros que, de todos os tempos, transformaram-se conoscoÀs vezes em labirinto, onde os caminhos estão sob a força de um alheio arbítrio, às vezes emselva, com trilhas por abrir, leve-nos, com a devida lembrança e o devido esquecimento, àredenção e ao arrebatamento. Ou, como não deixamos de estar para além da morte e do fim,leve-nos a ver-nos em outra vida (brothas).</p>
<p>Créditos:</p>
<p>Cortes e edição: Raiff Filho</p>
<p>Ilustração: Paulo Brabo</p>
<p>Sussurros: Rondinelly, Allyson Gabriel (Irlesh) e Zé Márcio</p>
<p style="text-align: justify;">Para assinar o podcast: <a href="http://jerimumbeta.com.br/categoria/podcast-2/jerimum/feed" target="_blank">http://jerimumbeta.com.br/categoria/podcast-2/jerimum/feed</a></p>
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Durante o tempo necessário, Lost, e tudo o mais que gravita em torno da série, aguardou umaexplicação definitiva para o que quer que precise de uma. E nós aguardamos impacientementepor lançar também as nossas peças ao jogo. Eis que, quase um ano depois do colapso, caiacidentalmente em sua tela esse podcast – do qual pode-se dizer profundo, sem ser chato,e, acima de tudo, superficial, mas sem ser exatamente banal – como que uma explicação: anossa. Agora, se o for (há quem duvide), é para nós mesmos ainda labiríntica, provisória&#8230; deforma que talvez seja ainda bom não aceder de imediato às suas suposições, como a de que ailha é o Aleph, a de que há um Cordeiro de Deus lá (ou vários), a de que Jack poderá ter ficadofrente-a-frente com o Nome do Pai ou a suposição de que a rivalidade fraterna permeia tudo.
A (des)ordem das músicas e das falas foi minuciosamente composta por Emanoel Raiff e suaagilidade, em conluio com Zé Márcio. Entre um suposto fundo musical, que não é tão fundoassim, e as interrupções aleatórias, aqui e ali, pontuam-se explicações precárias de teoriastão diversas quanto oportunas e exposições incompletas de textos cuja única autorizaçãopara aproximá-los a Lost foi a nossa memória e a nossa vontade. Assim como foi com essasoberania graciosa que o Paulo Brabo ilustrou fulminantemente os contrastes de nossastentativas de seguir adiante. Valeu!
Da noite misteriosa de 25 de maio de 2010, participamos, além de todo mundo, Rondinelly,Allyson Irlesh e Zé Márcio, com a leve carga de espontaneidade e as singelas contradiçõesque carregamos. Confinados pelo estruturalismo, obcecados pela psicanálise, eternamenteretornando a Nietzsche ou condenados à lembrança do Evangelho, esse papo caótico quispretensiosamente, mas não deliberadamente, dar uma de Estação Cisne prestes a explodir:além de você, puxamos pra dentro de Lost tudo que, em nossa avaliação (que para nós é muitoimportante), nos habilitava a falar sobre o que já falava por si mesmo ou sobre o infalável. Dequalquer forma, o que está feito, está feito.
Que a multidão de vozes ou sussurros que, de todos os tempos, transformaram-se conoscoÀs vezes em labirinto, onde os caminhos estão sob a força de um alheio arbítrio, às vezes emselva, com trilhas por abrir, leve-nos, com a devida lembrança e o devido esquecimento, àredenção e ao arrebatamento. Ou, como não deixamos de estar para além da morte e do fim,leve-nos a ver-nos em outra vida (brothas).
Créditos:
Cortes e edição: Raiff Filho
Ilustração: Paulo Brabo
Sussurros: Rondinelly, Allyson Gabriel (Irlesh) e Zé Márcio
Para assinar o podcast: http://jerimumbeta.com.br/categoria/podcast-2/jerimum/feed</itunes:summary>
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